sexta-feira, abril 01, 2011

Menos armas químicas e mais poemas..

Esses dias tive contato com uma estatística que me deixou um pouco assustado, numa perspectiva mundial eu diria que fiquei bem apavorado pra ser mais sincero. Pois bem na pesquisa falava sobre o quanto gastamos com saúde, com educação, com arte, com armas de guerra, com segurança pública, com investimentos em casas e assim por diante. Vocês sabiam que no mundo, o investimento em armas de guerra passa tranquilamente de trezentas vezes o que gastamos em educação. Que porra é essa? Assim fica fácil concluir que o nosso destino é esse que compramos.

O investimento em educação deveria ser o “alvo” dessa grana toda. Enquanto isso, estamos investindo em uma guerra que ainda nem aconteceu. O conhecimento é fundamental para pacificar uma sociedade, aumentando assim a qualidade de vida das pessoas e ajudando nos relacionamentos entre os povos. Essa é a chance que temos de inverter o investimento em armas e realocar essa grana toda para coisas que produzam felicidade. Mas existe um “porém” nessa história.. Precisamos antes de tudo convencer a humanidade que a felicidade é uma coisa boa, porque vamos combinar que sempre existe um para ficar triste e achar “que isso não foi feito pra mim...” Emo do caralho!. Precisamos pensar que investir em cultura é sim uma coisa boa para o país. Sem explicar para as pessoas o quão importante isso é, a educação pode se tornar algo tão comum quanto comer arroz com feijão. Aprender o quê? Pra quê? Isso não vai me deixar feliz!!

Eu acho que o amor deveria fazer parte dos ensinamentos básicos de todo cidadão. É lógico que não estou dizendo que uma pessoa vai ensinar a outra a amar. Não é isso! O que quero dizer é que o amor é uma base fundamental para se viver em uma sociedade. Isso se culturalmente compreendermos que sem amor somos um nada, sem amor não podemos ser felizes e nem convivermos bem em grupo, sem amor nossa vida fica tão sem graça. Lembrando que estou falando sobre o amor genérico nesse texto, pois existem mil e duzentas e duas formas diferentes de se amar. Já pensou se crianças de sete anos aprendessem poesia e filosofia ao invés de tabuadas nos primeiros anos de escola? Elas seriam educadas de dentro pra fora. Primeiro aprenderiam a ser uma boa pessoa para depois ser um bom cidadão.

Depois de tudo isso as coisas iriam fluir normalmente, uma aula de matemática aqui, uma de português ali, um jogo de futebol na quadra da escola uma festinha na casa de um amigo. E assim teríamos uma sociedade mais focada no seu futuro e nas coisas que nos rodeiam. Infelizmente isso ainda não funciona por aqui. E se continuar assim eu não sei o que vai ser...


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  1. Ana Maria disse... 1 de abril de 2011 16:20

    Concordo muuito! Valores invertidos estão fazendo estrago no mundo hoje em dia...

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