terça-feira, abril 27, 2010

OS MEUS JOGOS PREFERIDOS DO SUPER NINTENDO - #SNES


Esses dias me peguei revirando coisas velhas, e não é que me deparei com uma fita antiga do SNES?? deu aquela saudade!!! então resolvi fazer uma pequena lista com os meus jogos prediletos, vai que vocês gostam!!



Claro que todos os jogos da série do Donkey Kong (DK) são bons, e também muitos outros jogos para o Super Nintendo, foram e são “sensacionantes”, mas para mim nenhum se comparam ao DK2.

Eu fiquei aficcionado (aficionado para quem escreve certo) por esse jogo. Confesso que passei horas jogando, horas desvendando os mistérios do jogo, horas caindo no limbo e voltando para pegar mais bananinhas, mais bônus, mais e mais e mais horas jogando e jogando. Fechei o jogo de um jeito, do outro, com um personagem, com o outro… enfim, fiz tudo que poderia ser feito nesse jogo e ele com certeza foi o que mais me divertiu e o que mais consumiu tempo da minha vida.

Os gráficos para época era um dos pontos mais fortes o enredo, digá-se de passagem, era animiador. A trilha eu até tenho hoje guardada para se ter uma idéia de como gostei do DK2. Fiz o final verdadeiro, como diziam na época e me habituei a maneira de jogar de tal forma que já sentia dificuldade em nenhuma fase e posso citar várias… quantas vezes não me chamaram para ajudar a fechar o jogo, me sentia honrado, mas bom… já passou.

Fica aí o relato… de uma fase… da vida de alguém. Que até hoje é apaixonado pelo mundo dos games.



Em segundo lugar vem um dos jogos mais misteriosos e intrigantes que já joguei. Não há como fazer comparações, mas Chrono Trigger me conquistou de uma maneira arrasadora e impecável. O meu grande e único obstaculo na época eram a história e os textos do jogo que me fizeram aprender um pouco de uma nova língua para poder desenrolar o enredo de maneira mais clara. Chrono Trigger também foi o primeiro RPG que joguei e de cara me apaixonei pelo gênero. 

A minha história com o jogo é bem peculiar, eu era muito jovem e o game tinha dimensões inimagináveis, trazia também a novidade para mim de poder gravar o jogo e voltar a jogar de onde foi gravado, então joguei aos poucos, um dia um pouco, outro dia outro pouco e por aí foi… quando me dei conta já havia passado meio ano e eu não tinha feito o final… que coisa. Aí começou a febre e logo terminei. Haaa que vício.


Reservei para o terceiro lugar dessa lista um dos personagens mais “fofinhos” (como diz a minha irmã) que já ví no mundo dos games. Aliás o estilo do jogo é todo “bebê”, todo cartoo, e como ele só voltei a ver muito tempo depois no Zelda para Game Cube. O pequeno bebê Mario tem de ser conduzido pela família Yoshi para fora do mundo, mas deixá-lo cair do cavalo, Yoshi no caso, me deixava “P” da vida ele abria a boca e chorava, chorava… que chato. Mas o jogo é muito bom. Depois que descobri joguei que nem “loco” e como era moda, havia no jogo telas secretas, segredos, e bônus a serem descobertos e eu exagerado como sempre o fiz.


Poxa, além de um bom jogo era muito engraçado. Mas engraçado mesmo. O verme chamado Jim fazia parte da decoração do meu caderno, das minhas piadas, das minhas comparações com os amigos e parte de muitas da minhas tardes e manhãs e da conversa com a galerinha.

Sempre que alguém me perguntava sobre indicação de jogo eu dizia na lata Earthworm Jim o jogo da “minhoquinha”. A criatividade do jogo é fantástica, não há palavras para descrever e nem como tanta coisa inusitada pode ser tão legal.


Apesar do Mario Kart ser muito bom o jogo de corrida que me prendeu de verdade, que me conquistou de verdade foi o Top Gear 2. Esse game tinha muitas telas, era febre e todo mundo da vila tinha. Na escola havia sempre alguém comentado sobre o jogo, o que tinha feito, como tinha montado e eu não podiam ficar de fora… fui contagiado e joguei, joguei… joguei muito.

Até as músicas eu lembro. Outra fato que é muito engraçado, é que no jogo há uma corrida que acontece no Rio de Janeiro e ela é muito, mas muito difícil mesmo. Chamávamos aquela corrida de o teste final. Quem jogou sabe o que digo.


Tudo bem, você pode dizer “mas e o Mortal Kombat 2?” Daí e eu vos digo o Mortal Kombat 3 e a sua extensão Ultimate foi minha maior febre. Minha. Imagina que eu fazia desenho dos personagens, inventava histórias, brincava imitando os personagens, apelidava os outros, enfim uma febre total. Ele trouxe mais novidades que as outras versões como os códigos que poderiam ser inseridos antes da luta começar para alterar o jogo, o Animality onde o personagem se transformava em um animal e matava o oponente, foram inseridos mais Fatalities para cada personagem e as finalizações em telas específicas.

Para o SNES na versão Ultimate foi inserido os Brutalities uma nova forma de Fatality em que o lutador desferia uma seqüencia de golpes muito rápido no oponente fazendo com que no final o mesmo explodisse, além do simples botão para correr. E a galera que ia jogar lá em casa levava uns códigos para facilitar o Fatality e era só curtição daí em diante.


O jogo tem origem do filme de mesmo nome que acredito que todos já assistiram. No elenco, me lembro bem, é composto por feras como Wesley Snipes, o meio ator que só mexe metade da cara Sylvester Stallone e a belíssima Sandra Bullok. Poxa, depois de ficar tempos pensando como é que eles usavam as conchas jogar o jogo seria no mínimo mais agradável.

E foi. Assim como o Contra havia no jogo telas em 3D como passamos a chamar na vila, mas essas eram muito bem feitas e foi mais um game que me roubou horas de vida. Apesar de ter poucas fases eu repeti o jogo em todos os leveis de dificuldade… tá bom, eu sei que foi exagero, mas foi assim.


Orra, que legal foi descobrir esse jogo. Quando me falaram o nome achei que fosse algo de futebol, mas não… era aventura. Peguei emprestado e fui jogar meio desconfiado, achei difícil no começo e cheio, mas as novidades no decorrer das fases me conquistaram.

Um dos lances que mais me chamou a atenção, foi as fases onde a visualisação era de cima, num plano superior. Super novidade para mim – besteira para hoje – que na época me divertiu muito, sozinho, pois acabará de ganhar me SNES.


Conheci as tartarugas ninjas nos jogos de fliperama e quando soube da versão para o Nintendo logo fui atrás daí conheci esse mundinho de viajes e viagens no tempo. Outro jogo que reunia uma galera, e o lance era o seguinte: “morreu!? Passa o controle.” imaginem os viciados como não eram.


Descaradamente vou chamá-lo de Campeonato Brasileiro 96, sim senhor, pois esse que eu conheci. Era genérico (piratiado) e com um “Portunhol” terrível, mas era muito divertido. Esse jogo foi passado o português de maneira muito ruim, mas tava para mim como algo mais familiar e isso era o que valia.

Lembro que por esse jogo muitos se reuniam na casa de alguém e jogávamos por horas sem parar. Até brigas faziam parte da jogatina, mas nada que superasse o prazer que, naquela época, esse jogo dava. Era muito bom jogar com seu time do coração e poder golear o coleguinha. “Grande jogada!”

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  1. Ana Maria disse... 30 de abril de 2010 10:30

    Grande sacada, Mestre!
    Muito jogo bom!
    Mortal Kombat mesmo, eu era viciada pacas hahahaha
    Minha tia ainda tem um desse, é viciadinha ahsuahsuahsua

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