quinta-feira, maio 17, 2012

Quando recebi o convite do professor Giovani Letti para apresentar o fantástico “novo mundo dos blogs” para vocês, tive duas reações: 1ª Fiquei com vergonha; 2ª pensei: como falar de algo que eu vivo todos os dias?

De uma forma ou de outra, acredito que todos já tenham se deparado com este mundo que de novo não tem nada. Então, como eu seria capaz de explicar o inexplicável? Falar o que já foi dito? Ou simplesmente dizer o que vocês gostariam de ouvir? (neste caso ler...)? Simples meus caros! Vou passar a minha experiência com blogs para vocês. Pode ser?

Pra começar, gostaria de me apresentar: Felipe Bizzi é blogueiro, designer gráfico e professor de artes. Ele adora escrever sobre si mesmo na terceira pessoa. Não, este não é um belo jeito de apresentá-lo. Deixe-me tentar de novo. Felipe Bizzi era chamado de babaca na escola, devido a sua arrogância e pretensa sabedoria. Putz! Estou piorando... Esqueçam o que escrevi. Vou começar desde o início: Felipe Bizzi morava em São Luiz Gonzaga até os seus 15 anos, quando resolveu fazer faculdade em Lages. Ele é uma pessoa que se considera inteligente, mas não acima da média, porque ser acima da média é coisa de gente fresca. Nos últimos cinco, ou seis anos da sua vida, ele anda se dedicando a escrever para um blog. Por este motivo ele está sendo apresentado a vocês agora. Melhor assim? O blog em questão é o “Tri de 3 – Muito mais sobre tudo!”. Para acompanhar os textos que ele escreve, acessem: http://tride3.blogspot.com/ .  

Voltando ao assunto “mundo dos blogs”, gostaria que vocês imaginassem um mundo onde as pessoas tenham a total liberdade de escrever e falar o que realmente estão pensando. Neste mundo, os meios de se comunicar são totalmente diferentes e, suas aplicações são infinitas. Este mundo é moderninho, e está em constante atualização. Funciona como um catalizador de informações. Informações estas, que são geradas a cada segundo que passa.

Em uma situação hipotética, diria até que ter um blog é mais ou menos como querer comprar um carro, sem nem mesmo saber dirigir. As chances de que este sujeito se mate no trânsito são de 92%, mas quem se importa? Ainda existem os outros 8% de chance de isso dar certo. Por este motivo a imprensa brasileira costuma chamar os acontecimentos da blogosfera de “o fenômeno dos blogs”. A facilidade para se criar um blog, é a mesma que qualquer um de nós encontraria na hora de comprar um carro. Então sem pensar duas vezes, a gente vai lá, e compra.

Lógico que surgem alguns problemas sociológicos no meio dessa história toda. Já vi muitas pessoas falando que os blogs estão afastando as pessoas do convívio social. Falam que esta divulgação de informação dissimulada é totalmente prejudicial para a formação do individuo. Dizem também que os blogs não são fontes confiáveis de informações, pois muitos tratam de assuntos inteiramente particulares. Logo, isso se torna uma grande pedra no sapato daqueles que gostariam de começar a Bloggar... Do ponto de vista Filosófico, esse mal é uma questão muito cabeluda, que não merece destaque neste presente texto, pois o mesmo serve apenas como uma ferramenta de explanação deste que vós fala. Mas, do ponto de vista social, ou seja, o de como lidar com este problema na sociedade, o buraco é mais embaixo e a coisa se resume basicamente em deixar que os próprios indivíduos decidam no que devem, ou não, acreditar.

Dito isso, cheguei à conclusão de que todo aspirante a blogueiro, ao iniciar a sua caminhada por este mundo, precisaria, antes de qualquer coisa, se isolar do mundo impresso (algo como: deixar, mas não deixar de ler jornais. Conseguem entender?), pois este é o único meio das pessoas conseguirem reaver as suas sanidades mentais.

Aos interessados, peço encarecidamente, que de agora em diante, preocupem-se menos com os fatos impressos, busquem a informação em blogs e decidam se aquilo é aceitável, ou não. Lembrem-se de que a informação só se torna relevante, se você a considerar relevante. Assim como as conversas em barzinhos são produtivas, as ideias de outras pessoas postadas em blogs também são. Tudo depende de como você interpreta estas situações.

Da minha parte, só posso prometer que o meu blog irá continuar na ativa, contando histórias, falando fatos, noticiando bizarrices. Com textos relevantes, divertidos e diferenciados.

Um Abraço!


segunda-feira, maio 14, 2012

Semana passada, fui convidado a realizar uma pequena palestra sobre blogs, e principalmente, como ganhar dinheiro com eles. Não sou exatamente um modelo a se seguir, mas tenho lá as minhas qualidades.

A tal palestra tem a finalidade de apresentar esse mundo para os alunos da primeira fase de Jornalismo da minha antiga faculdade (onde eu me formei em Artes, lembram?). Tenho pra dizer que aqui, com os blogs e internet, tenho mais experiência do que com a minha própria profissão. Sei lá! Parece que aqui eu sou um veterano de guerra, sabe? Escrevo no Tri de 3 desde 2006, me sinto mais a vontade aqui, do que em qualquer outro lugar. Sem falsa modéstia, me orgulho de ter sido um dos pioneiros desse gigantesco mundo dos blogs. Se bem que, foda-se a modéstia, toda modéstia é falsa mesmo...

Enfim, perdi a minha virgindade com o jornalismo há alguns anos, tudo graças ao meu blog. Por este motivo, acredito que vai ser tri bacana essa “palestrinha”.

Mas, voltando à falsa modéstia, espero um dia ver uma matéria em algum jornal sobre este pequeno blog. Já pensei até na chamada da matéria: “Blog Tri de 3: desde 2006 contra tudo e todos”. Pois é minha gente! Aqui estou eu, escrevendo besteiras desde 2006. Espero continuar por tempo indeterminado. Caso eu mude de ideia, aviso vocês... 

Até!


sexta-feira, maio 11, 2012

Bah! Esqueci de contar... Outro dia fui ver o filme “Os Vingadores” e simplesmente curti muito o que vi. Foi uma grande surpresa! Tá certo que o fim do filme não tem sentido nenhum, mas na sua grande maioria, eu gostei... É bacana porque tem certo ar de comédia, um pouquinho de suspense e com certeza muita ironia. Nunca fui um leitor fascinado por gibis, fodam-se eles. Sei que a adaptação de histórias para as telonas é difícil, ainda mais se tratando de seres superpoderosos. Mas como eu não conheço nada de gibis mesmo, o que eu vi no cinema me agradou e pra mim, isso já basta.

Falando em surpresa, o que mais me surpreendeu nesse filme, foi à capacidade que ele teve de satirizar as coisas. Foi uma espécie de jogada para fazer com que o filme ficasse dando risada do telespectador, e não o contrário. Essa jogada quando é utilizada de maneira moderada, faz com que o filme se torne um grande sucesso. Um bom exemplo disso que estou falando é o filme “Kill Bill”. Você olha para aquelas lutas e tem vontade de arrancar um braço de tanto rir, mas ao mesmo tempo, consegue achar aquilo tudo sensacional e muito bem pensado. Ou estou errado? Isso só é possível quando o filme utiliza dessa tática de forma moderada. Parece engraçado, mas ao mesmo tempo é sério. Se o filme começar a ficar sério demais, ou engraçado demais, ele pode colocar todas aquelas cenas de ação a perder.

Como todos vocês já devem ter percebido, eu não sou um crítico de cinema, longe disso... Mas será que sou o único no universo que consegue ver esse tipo de coisa nos filmes? Vai ver é por isso que estes filmes que riem da cara do telespectador não fazem muito sucesso com os “verdadeiros críticos de cinema”.

Agora, se existe algo curioso no meio dessa história toda, é que o mundo não aceita mais filmes com enredo de pura ficção. Ou melhor, os críticos não aceitam filmes fantasiosos “Uiiii!”. Enquanto isso, eu me pergunto: Porque diabos eles não gostam de ver heróis pulando de prédios gigantescos, chutando as bundas fedorentas dos E.Ts destruidores de lares, ou fazendo coisas que vão contra as leis da gravidade? Estamos falando de cinema caramba! As coisas não precisam seguir a lógica do mundo real... Vai entender!

Toda vez que vejo o anúncio de lançamento de um filme “fantasioso”, fico imaginando a cara de ódio de um crítico mesquinho, roendo as unhas de nervosismo ao ver pessoas se jogando de prédios sem sofrer nenhum arranhão quando tocam no chão (“mas que merda é essa? Este filme vai completamente contra os princípios básicos da vida real, vou dar nota 1,5 em uma escala de 0 a 10...”). Para mim, o filme mereceu uma nota 8,8. Não foi um dos melhores filmes que eu já vi, mas com certeza é um bom filme. E fim de papo!


quinta-feira, maio 10, 2012

Não sei se já falei pra vocês, mas sou um completo apaixonado por fotografia, principalmente com câmeras analógicas. Vez ou outra, eu me rendo aos encantos das maquinas digitais, mas confesso que meu entusiasmo não dura mais do que 5 minutos.

Não sei porque, mas essa ideia da Câmera Instangram, me deixou completamente bobo. Como eu não pensei nisso antes?

Vale lembrar que ela ainda não existe, foi apenas uma ideia gerada pela galera da Adr-Studio ( http://www.adr-studio.it/site/?p=399# ), mas se existisse, com certeza eu iria comprar a minha.

No momento só temos que esperar, vai que ela se torna realidade, não é mesmo?











Fonte: http://www.bemlegaus.com/ e http://www.adr-studio.it/site/

terça-feira, maio 08, 2012

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Em Lages, mais especificamente no centro da cidade, existe uma Rua chamada Otacílio Vieira da Costa. Um dia desses, estava passando por lá, quando avistei uma cartolina colada na placa que indicava o nome da rua. Na hora, nem prestei muita atenção, continuei andando... De repente, minha cabeça gerou um “mini-flashback” e o que estava escrito no cartaz saltou aos meus olhos: “A rua das putas”.

Sério! Eu juro... Tudo bem que essa rua é o maior antro de prostituição da cidade, mas não precisa dar tanto na cara né? Só falta agora o Prefeito “Renatinho” mandar trocar o nome para “rua das diversões” como forma de protesto pacifista contra a população.

Mas o pior (ou melhor) vocês não sabem: ontem quando voltava pra casa, resolvi passar pela rua só para ver se o tal cartaz ainda estava por lá, quando me deparo apenas com um poste sem placa na esquina. Não faço a mínima ideia de quem foi que tirou ela de lá. Não sei se foram os mesmos que colocaram o cartaz, ou se foi à prefeitura. Aguardo ansioso, pero no mucho, pela conclusão dessa história.


segunda-feira, maio 07, 2012

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Com o dinheiro, vou poder fazer tudo àquilo que eu sempre quis fazer e não posso. Se bem que, pensando melhor nessa situação, o problema não é o dinheiro em si, porque existem coisas que eu quero fazer e posso fazer sem dinheiro, mas ao mesmo tempo não posso. Poderia… mas, pensando bem, não posso. Entende?


Não me responsabilizo pelas coisas postadas aqui...

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